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TARIFA E A COSTA DEL SOL

Junho 8, 2007

Zahara de Los AtunesPlaya de Los LancesLos LancesPlaya ChicaCentro de TarifaPuerto de Tarifavista da Africapraia de marbellamarbella

Resolvi aproveitar o mesmo post para falar sobre destinos de praia tão diferentes na Espanha: Tarifa, na Ponta da Espanha, e a famosa e decepcionante Costa del Sol.

A viagem de Veger até Tarifa é muito linda, e se passa por um balneário bem pequeno chamado Zahara de Los Atunes (1000) habitantes e por estradas cheias de cactos e “selvas” de grandes cata-ventos, que aproveitam os fortes ventos da região para gerar energia. Super ecológico, mas parece que o custo desta energia ainda é muito alto e pouco viável para países mais pobres como nós, por exemplo. De qualquer forma, a paisagem fica bem interessante.

Tarifa é o ponto mais ao sul do Continente espanhol, e portando o mais perto da África. Os ventos por lá são muito fortes e portanto, o windsurf e o kite-surf são os esportes mais praticados na região. Existem várias praias em Tarifa, todas muito bonitas, incluindo Bolonia, uma praia que ficou famosa o ano passado por ser palco de uma certa cena de uma modelo famosa. As praias urbanas, mais centrais, são muito bonitas também e vale o destaque para a pequenina Praya Chica e para a Praya de Los Lances, uma no Atlântico e outra no Mediterrâneo, respectivamente. A Praya de Los Lances é a maior da região, com cerca de 10km de extensão e muito kite-surf.

As duas praias contornam a Ponta de Tarifa onde há uma fortaleza militar com entrada restrita. A cor do mar da mistura do Atlântico com o Mediterrâneo é peculiar e linda. Come-se muito bem nos bares ao longo da praia, onde se encontra peixes frescos e frutos do mar.

O centro velho de Tarifa é muito bonito e pitoresco, com casarões antigos e casas caiadas.

Adoramos a cidade, que tem um movimentado porto de onde partes ferry ultra-rápidos para Tanger no Marrocos, que fazem a viagem em 35 minutos!

Depois de um delicioso almoço, partimos para a Costa del Sol e a cerca de 5km da saída de Tarifa pela rodovia costaneira, tem um Mirador de onde conseguimos ver a África, pois estava um dia lindo.

Seguimos pela via a beira-mar para a Costa del Sol, já no Mediterrâneo e ficamos muito decepcionados, pois a famosa Costa del Sol é uma seqüência de prédios enormes em construção, grandes condomínios para ingleses e russos sem charme algum, cercados pôr inúmeras gruas, praticamente interligando as adjacências de Estepona até a elegante Marbella, numa grande faixa urbana.

Chegamos então ao milionário Puerto Banus que poderia estar na Espanha ou na California, ou em Palm Beach, repleto de milionários e lojas de grifes, assim como a sua vizinha Marbella, com seus milhões de edifícios de luxo tampando a luz do sol e uma praia de areia bem sem graça. Tive saudades de Juqueí!

Pretendíamos passar a noite em Marbella, mas optamos por seguir viagem.

Vejer de La Frontera (ou Veger de La Frontera)

Junho 8, 2007

Eu não deveria comentar aqui sobre a existência deste lugar para ninguém descobrir que ele existe, mas como tenho poucos e seletos leitores, sigo recomendando uma das cidades mais bonitas e pitorescas que visitei na Europa, graças a dica da Carmen, nossa correspondente espanhola, que sempre passa por aqui. Realmente, o pueblo blanco é inusitado e maravilhoso, e brincadeiras a parte, é visita obrigatória a todos que querem conhecer um pouco mais da Andalucia. O “pueblo” fica na província de Cadiz, 47km ao sul desta cidade, a cerca de 15km do litoral do Atlântico, e encontra-se literalmente “incrustado” em um penhasco. É um lugar esquecido pelo mundo e parado no tempo, com literalmente todas as casas pintadas de branco, uma muralha medieval, ruelas que não passam um carro, e uma magnífica vista do vale.As mulheres vejerianas usavam até o começo do século 20 uma vestimenta preta chamada El Cobijado, que não tem apenas origem árabe, mas tem origem anterior a ocupação da cidade pelos mouros.

Ficamos hospedados em um delicioso hotel estilo marroquino chamado Casa Del Califa, onde havia; no subsolo supreendentemente charmoso; um delicioso restaurante marroquino. Lá eu comi o melhor Couz-Couz da minha vida, regado a vinhos locais. Fica na charmosérrima Plaza de Espanha.

Passamos o dia flanando sem pressa pelas ruelas branquinhas, rodeando a muralha medieval e admirando as fachadas floridas, sem coragem de ir embora, com vontade de passar ali o restante da viagem….Espero que as fotos passem uma vaga idéia do clima do local. Esse lugar certamente vai povoar os meus sonhos o restante dos meus dias. Foi realmente “imperdível”! Valeu, Carmen!

Mais informações sobre Vejer no site da cidade.

Cadiz

Junho 8, 2007

Playa santa maria del marPlaya santa maria del mar 

 

Foi a maior decepção da viagem, ou pelo menos, uma das maiores. Eu li uma reportagem uma vez na V&T que chamada Cadiz de “a dama azul do atlântico”. Tudo bem que é um nome brega, mas ainda assim promissor. Não, não é nada disso. Cadiz é uma cidade portuária, com praias feias, de areião batido, o litoral do Atlântico da Espanha (Costa de La Luz) não tem recortes e é bem sem graça para brasileiros como nós, com tantos anos de praia. Enfim, talvez o mais interessante em Cadiz seja a história da cidade, que se dia a mais antiga da Europa e foi fundada pelos fenícios.A atração mais interessante de Cadiz talvez seja o seu Museu Arqueológico e de Belas Artes (Museu de Cadiz), onde se encontram peças Paleolíticas, Sárcofagos Fenícios e peças romanas em excelente estado de conservação.A Catedral de Cadiz é barroca e bonita, e ainda temos como atração turística importante o Castillo de San Sebastian.A cidade também é famosa pelo seu Carnaval, talvez o mais festejado na Europa depois do Carnaval de Veneza. Porém, é um Carnaval comportado, com concursos para escolha de melhor grupo musical e melhor bloco, sem grandes “bagunças”.E além disso, porto e praias urbanas pouquíssimo atrativas….

Desistimos de pernoitar na cidade para conhecer o belíssimo Pueblo Blanco de Veger de La Frontera, assunto do próximo post.

Jerez de La Frontera

Junho 8, 2007


Chegamos na cidade na hora da Siesta e elas nos pareceu completamente deserta. Todo o comércio fechado, mas felizmente conseguimos um restaurantezinho simpático na Plaza del Anunciacion para comer uma deliciosa paeja (claro, na dúvida, sempre paeja). Depois, fomos andar pela cidade e chegamos ao surpreendentemente charmoso Alcazar de Jerez. É um castelo pequeno, mas que cumpre todos os requisitos básicos de ser uma Castelo espanhol do Sul: já foi uma fortificação árabe, tem uma mesquita e banõs árabes em seu interior, foi modificado arquiteturalmente no século XV após a Reconquista Católica e fica no ponto mais alto da cidade. Abriga em seu interior também um Museu Arqueológico.

Descendo em direção à Catedral, passamos pela entrada de uma das mais famosas Bodegas de Jerez, a Gonçalez-Byass:

Essa é uma empresa familar tradicionalíssima, fundada por Manuel María González Ángel em 1835. Esse jovem de 23 tinha um tio chamado José que produzida artesanalmente um sherry muito gostoso, que o jovem empresário começou a produzir em larga escala e esse vinho doce foi chamado de TIO PEPE, famoso internacionalmente hoje em dia e o carro chefe da Bodega.

Até mesmo na frente da Bodega, há uma estátua do Tio Pepe. Visitamos a Bodega, que é linda, tem tours guiados e é claro, compramos os deliciosos ” jerez” e vinhos brancos. Só como curiosidade, a região de Jerez não produz vinhos tintos de qualidade, apenas brancos e sherrys.

Existem duas outras Bodegas muito tradicionais também que são a Alvaro Domeq e a Sandeman.

Vale visitar os sites para saber mais sobre os vinhos produzidos na região.

Continuando a visita, logo na saída da Gonçalez-Byass, chegamos a Plaza de la Encarnación, onde se encontra uma estátua quase em tamanho real do Papa João Paulo II, muito bonita.

Da pracinha, chegamos a Catedral de Jerez que também preenche todos os requisitos de uma Igreja Espanhola que se preze: estilos gótico, barroco e neoclássico, construída por pelo menos dois séculos a partir de 1695. Bonita, mas não inesquecível, tem seu ponto alto na belíssima Cúpula e na sua situação num ponto alto da cidade.

Jerez ainda é famosa por seu cavalos, e são criados CABALLOS ESPANHÓIS que são uma raça de cavalos tradicional e belíssima. Se pode visitar a Real Escuela Andaluza del Arte Ecuestre que é o maior criados destes cavalos dentro da cidade e se assistir a treinos e exibições públicas.

Fomos embora de Jerez com a sensação de que a cidade tinha ainda amais a oferecer e que vale a pena voltar para conhecer o restante dessa cidade habitada por Andaluzes e muitos ingleses. E saindo da cidade, qual não foi a nossa surpresa aos nos depararmos com avenidas que nos lembram MIAMI BEACH ou a CALIFORNIA, a parte moderna e rica de Jerez. Viva os contrastes!

Sevilha IV – Santa Cruz e o Flamenco

Junho 8, 2007

E por fim, falamos do Barrio Santa Cruz, o mais charmoso e romântico da cidade, com ruelas estreitas, inúmeras praças e casinhas brancas, com pátios floridos, quem em certa época foi habitado por árabes e judeus em coexistência pacífica.

Neste local agradável encontramos o mais tradicional e talvez o mais profissional Tablao de Flamenco de Sevilha, chamado Tablao Los Gallos  (Plaza Santa Cruz,11) .

O show é maravilhoso, com música ao vivo, músicos competentes e bailaoras maravilhosas. Recomendo de olhos fechados.

Sevilha III – El Arenal e a Plaza de Espanha

Junho 8, 2007

Bom, ainda existem pelo menos 4 atrações em Sevilla que merecem atenção: A primeira é o Barrio El Arenal onde tudo acontece. Todo mundo come, bebe e se diverte nesse alegre e belíssimo bairro da cidade. Existem por lá muitos bares de tapas deliciosos e muito tradicionais, todos muito lotados no final de semana. Recomendo sentar em algum deles e pedir a deliciosa sangria local, chamada tinto de verano” com limonada gelada. 

Passeando por suas ruas deliciosas e cheias de palmeiras, você se depara também com o Hospital de la Caridad, repleto de obras de arte de artistas espanhóis e com a Plaza de Toros de La Real Maestranza, uma das mais importantes locais de touradas de toda a Espanha. Depois, em um momento oportuno, prometo discutir detalhes sobre as touradas e me posicionar contra elas no blog, mas vamos seguir conhecendo Sevilla por hora. Existe um museu taurino no interior da praça, com uma visita guiada bem interessante.

Próxima parada, Plaza de Espana: essa deliciosa praça foi construída em 1929 para a Exposição IberoAmericana, pelo arquiteto Aníbal González. É um dos melhores lugares para se relaxar na cidade e tem um aspecto interessante: é circundada de bancos adornados por azulejos representando quase todas as cidades importantes da Espanha. Próximo a Plaza, pode-se caminhar no verde Parque Maria Luiza e passar em frente a famosa Antigua Fabrica de Tabacos, local onde realmente funcionava uma fábrica tradicional de tabaco e onde supostamente trabalhava a heroínda de Bizet, Carmen, da ópera homônima. Hoje o prédio pertence a Universidade de Sevilla.

Sevilha II – OS REALES ALCAZARES

Junho 8, 2007

Não precisamos andar muito para chegar a segunda mais famosa (e na minha opinião, mais bonita) atração da cidade,

Os Reales Alcazares….

A edificação, no interior de muros fortificados possivelmente erguidos durante o século 11, é em verdade um conjunto de palácios e jardins com diferentes linguagens arquitetônicas, que foram se agregando entre os séculos 12 e 19.

Há ambientes e pátios internos nos estilos mudéjar (mouro + cristão), gótico, renascentista, barroco, rococó e neoclássico. É uma concentração lindíssima de ricas amostras de como foram trabalhadas as pedras na península Ibérica. 

No interior da Fortaleza, tudo lindo e ricamente decorado, mas os pontos altos, na minha humilde opinião são o Salão dos Almirantes no Palácio Del Rei Dom Pedro, o Pátio de La Muñecas e o Cuarto Del Amirante, na Casa de La Contratación, onde os Reis Católicos Isabel e Fernando assinaram a Contratação de Colombo para sua viagem ao Novo Mundo, em 1492. Nesta sala fica a famosa pintura La Virgem de Los Mareantes, a primeira pintura européia que representaria o Novo Mundo.

Os jardins do Alcazar são absolutamente fantásticos, e perfumados de laranja e vale a pena gastar algum tempo neles.

Entre o Alcazar e a Catderal está localizado o Arquivo das Índias, o prédio que guardou e guarda até hoje a documentação sobre o descobrimento das Américas.

Caminhando um pouquinho em direção a Orla do Rio Gualdaquivir, damos de cara com a pequena, mas bonita

Torre Del Oro, outro símbolo da cidade. Construída no século XII, era uma torre de vigilância do Porto de Sevilha e servia para guardar o metal precisoso trazido das Índias e das Américas.

PRÓXIMA PARADA: SEVILHA

Junho 8, 2007

Após o Desfiladeiro dos Despenãperros , chegamos a Andalucia, a Espanha que o mundo conhece. Da pra perceber que os campos se torna mais verdes, com mais plantações de oliveiras nas encostas e a região é um pouco mais montanhosa.

Chegamos a Sevilla a noite, por volta das 9:00h, estava escurecendo. O hostal eram tão bem localizado, que era inascessível de carro (na rua atrás da Catedral), e demoramos um pouco pra encontrar um “aparcamiento”. Estou escrevendo esses detalhes logísticos que eu gostaria de ter lido em algum lugar, para mostrar como não tudo um mar de rosas quando você tem um carro em qualquer cidade da Europa,  e nem precisa ser uma cidade grande. É difícil nos localizarmos, mesmo com mapas, a imensa maioria das vezes os hotéis e hostais não tem estacionamento e o estacionamento público mais próximo fica longe do hotel…. Enfim, estamos de férias, e não temos pressa, portando, o negócio é relaxar e levar pro hotel se possível apenas o necessário para aqueles dias que ficará na cidade (vale levar uma pequena valise vazia pra usar nessas horas) e deixar o resto no carro, dentro do estacionamento.

Ficamos hospedados no hostal Goya, na Carrer de Mateu Gago, a ruazinha que dá na Catedral, lotada de barzinhos e lojas de souvenirs bacaninhas, mas o staff do hotel deixa a desejar e os quartos são muito pequenos, então eu recomendo com ressalvas.

 Bom, mas, voltando a Sevilla: a cidade é linda! Vai ficar por muito tempo nas minhas melhores lembranças. É uma cidade viva, ensolarada, brilhante e doce, repleta de palmeiras que me derma uma sensação boa de reconhecimento, como se inconscientemente eu me lembrasse da minha terra.

 O poeta João Cabral de Melo Neto foi cônsul em Sevilha na década de 50 e disse que deveríamos “SEVILHIZAR O MUNDO”. Concordo com ele.

 CATEDRAL DE SEVILHA

As atrações da cidade começam obviamente  com a Catedral de Sevilla e sua famosa torre, La Giralda.

A Catedral foi construída em cima de uma Mesquita depois da Reconquista de Sevilla no século XII (1248), e é aclamada como a terceira maior igreja do mundo, depois da Basílica de São Pedro no Vaticano e Da Catedral de Saint Paul (será que é maior que a Catedral de Chartres?).

O Altar Mor tem a maior peça entalhada em ouro que eu já vi na vida e as capelas laterais são todas enfeitadas com obras de arte. Muitas pinturas de Goya se encontram na Catedral.

Um detalhe curioso é que, no seu interior, há uma imensa escultura que representa os reis da Espanha carregando os restos de Cristóvão Colombo, e onde supostamente estariam os restos mortais do grande navegador, mas parece que testes de DNA recentes mostraram que os restos no interior da tumba seriam de alguém que morreu 15 anos após Colombo, possivelmente seu filho e que o verdadeiro Colombo repousa em alguma lugar da América Central (Martinica, acho eu).

O Pátio dos Naranjos do lado de fora da Catedral é um espaço delicioso pra se descansar após um dia todo “turistando” não nos deixa esquecer que ali já existiu uma Mesquita.

A Torre da Giralda em si é o Ponto Alto da visita e basta subir 34 rampas (na verdade, é tranqüilo) pra se chegar ao seu topo e ter uma linda vista da cidade. A torre era um Minarete  Mouro onde havia um cata-vento, substituído pela imagem atual, que supostamente gira.

De Toledo a Sevilha

Junho 8, 2007

O mais sensato teria sido ir de Toledo à Córdoba, mas não encontramos acomodações em Sevilla nos dias da FERIA DE ABRIL (de 24 a 3 0 de abril), então fomos obrigada ir a Sevilla antes. Atravessamos toda a Província de La Mancha em direção à Andalucia pela A4 – E4 , e no caminho nos deparamos com vários moinhos de vento que nos remeteram às famosas histórias de Dom Quixote de La Mancha e seu fiel escudeiro Sancho Pança, do renomado escritor espanhol Miguel de Cervantes.

No meio do caminho, uma ótima surpresa gastronômica, paramos em uma cidadezinha chamada VALDEPEÑAS que, para a nossa felicidade, é um grande polo produtor de vinhos, e almoçamos em grande estilo num delicioso restaurante chamado La Fonda De Alberto.

Comemos um delicioso cordeiro, com batatas assadas, queijo manchego como entrada e um delicioso vinho da casa. O restaurante tinha uma fantástica adega e para os amantes do vinho, seria uma excelente pedida.

A cidade tem até um MUSEU DO VINHO, que infelizmente não deu para visitar, mas fica a dica.

Saindo de Valdepeñas em direção ao Sul, antes de entrar na Andaluzia, passamos pelo DESFILADERO DE DESPENÃPERROS (não dei o porque do nome tão estranho), que nos garantiu lindíssimas paisagens e nos mostrou um pouco da tão variada geografia da Espanha.

Feria de Sevilla

Junho 8, 2007

Eu estava calma e tranquila quanto a reservar hotéis nessa viagem. Tinha resolvido que não ia me estressar e iria sem reservar nenhum hotel,  pois era primavera e eu não pegaria a época de super lotação do hotéis….

Ledo engano: no final de abril, começo de MAIO, se comemora a famosa  FERIA DE ABRIL, uma das mais populares festas  não religiosas da Andaluzia,  em Sevilha.

E, nessa época , há super lotação na cidade e eles chamam esse período e o da Pásco de ALTÍSSIMA TEMPORADA!  E adivinhem onde vão os preços….Pode?

Bom, esse ano a festa será comemorada de 24 a 29 de abril, e eu estarei em Sevilha de 21 a 23 de abril, mas mesmo assim, NÃO HAVIA  HOSPEDAGEM….

Fiquei uma semana procurando em todos os sites de busca de hotéis  possíveis e imagináveis, mas não achava nada. Até que, por sorte divina, um dos 1000 e-mails pra hostais e hoteis que mandei foi respondido positivamente! Consegui um quarto duplo, por duas noites num hostal central, por 85 euros. Deve ter sido o ANJO DA GUARDA DOS VIAJANTES, hahaha

De qualqur forma, fica a dica: sempre checar os feriados e festas regionais nas cidades que pretende visitar e, se for coincidir, vale a pena reservar com MUITA antecedência!

Sobre o hostal, vamos ver….Se for descente, na volta eu posto aqui a dica!

Mais informações sobre a FERIA DE ABRIL

Postado em março de 2007