Le Marais

By Paula Bicudo

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Bom, como ando sem tempo de escrever no blog, resolvi que vou postar todo dia, ou quase todo dia uma assunto pequeno, para não me tomar tanto tempo e para não ficar tanto tempo sem postar. Vamos ver se funciona assim. Aliás, meus caros leitores, gostaria de agradecer aos comentários. Eu adoro recebê-los.

Tema de hoje: Le Marais

Esse é o meu bairro predileto na cidade-luz. Um bairro onde tudo acontece e um dos únicos de Paris onde se acha “vida” aos domingos. Marais quer dizer “pântanos” e antigamente era uma reduto judeu e um bairo mal cuidado. Após a revitalização, o público GLS começou a frequentar o local , e na cola deles, os descolados, tornando o bairro um dos quartiers mais vibrantes de Paris.

Vamos aos HOT POINTS:

Museus:

  • Museu Picasso: (5, Rue de Thorgny), onde se encontra uma das maiores coleções de Picasso o mundo e obras da coleção pessoal do pintor incluindo Cezanne’s, Renoir’s e Matisse’s. O museu fica situado no Hotel Salé.
  • Museu Carnavet (23, Rue de Sevigne): conta a interessante história da cidade de Paris, e tem até um modelo da guilhotina usada na prisão da Bastille.

Praças:

  • A mais adorada é a Place de Voges, simétrica (todas as casas tem as mesmas proporções) e arborizada, é um reduto pra uma agradável piquenique ou um descanso após o almoço. No nº6 está a casa onde Vitor Hugo viveu e hoje funciona como um museu sobre o escritor de Les Misérables.

Ruas:

  • Francs-Bourgeois – cheia de lojas legais como a Camper (sapatos legais) e a Abou d’Abi Bazar, que vende roupas descoladas pros chamados bobos (burguses boêmios).
  • Rue Charlot – Tem rastaurantes finos como o R’Aliment
  • Rue Rosiers: coração do Marais, a rua mais típica, onde se encotram as lanchnetes de falafel, entre elas a famosa L’As du Falllafel.
  • Rue Vielle du Temple: maior concentração de cafés legais, com grande público GLS.
  • Rue Saint-Antoine: onde os habitantes locais compram comidas nos mercadinhso tradicionais, bolangeries, bucheries e etc.

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